Espaço 2035

11 August, 2011 by  

O contrato entre a CML e a SGAL foi revisto.

A grande alteração prende-se com as datas limite de execução. O contrato de 1996 determinava que as contrapartidas em espécie, como por exemplo os prédios de habitação social, infra-estruturas viárias, equipamentos, parques, estariam executadas e entregues à CML até final de 2010. Os prédios de venda livre até final de 2015.

Pelas mais variadas razões, muitas abordadas no Viver, o prazo mais importante, o das contrapartidas, já lá vai e muitas ainda nem sequer estão no papel.

As grandes novidades do novo contrato são:

– data limite para execução das infra-estruturas: 2016
– data limite para entrega doutras contrapartidas em espécie: 2020
– data limite para construção dos prédios de venda livre: 2030
– data limite para comercialização dos empreendimentos de venda livre: 2035
– CML assume que o PUAL só se concretizará verdadeiramente com a ligação entre as Calvanas e o Campo Grande e compromete-se a executá-la até 2020
– SGAL está obrigada a apresentar em Outubro de cada ano o plano de trabalhos para o ano seguinte
– Possibilidade de a SGAL, em caso de indisponibilidade financeira pela CML, adiantar as despesas relativas aos processos de expropriação necessários

Para informação completa:
http://ulisses.cm-lisboa.pt/data/002/004/index.php?ml=1&x=sgal.xml

Este contrato encontra-se em divulgação pública até 26 de Agosto de 2011, podendo cada cidadão apresentar reclamações, observações e sugestões.

Eu não resisti e enviei as seguintes sugestões:

Em primeiro lugar, sugiro o esclarecimento do n.º 7 ao artigo quarto A, uma vez que aponta duas datas para o mesmo efeito.

“ARTIGO QUARTO – A
(Calendarização de Referência e sua Concretização)
Sete – Sujeito ao disposto no número seguinte, as Partes assumem o objectivo de que os trabalhos referentes a contrapartidas em espécie estejam inteiramente concluídos e provisoriamente recebidos até ao final do ano de dois mil e dezasseis, , devendo em qualquer caso os mesmos estar executados pela SGAL até 2020.”

Sugiro em segundo lugar que, dado o prazo muito alargado para as obras ainda em falta – 2020 para as contrapartidas em espécie e 2030 para a venda livre – quer a CML, quer a SGAL, estejam obrigadas a manter os terrenos expectantes vazios, limpos e, preferencialmente, relvados. São exemplo disso as malhas limítrofes ao novo eixo central e à rua que serve actualmente como alternativa a esse eixo, a malha 5 e a malha 22, que se apresentam como maus cartões de visita dada a sua localização estratégica em zonas de grande passagem. Estou certo que o custo destas intervenções será compensador. De certo Vossa Excelência concordará que o facto de terem crescido condomínios no meio de baldios mal tratados é um factor de entrave ao desenvolvimento comercial do empreendimento e ao saudável usufruto por parte da população residente.

Caros vizinhos, estou convencido que a Alta será fantástica quando me reformar, sensivelmente dentro de 20 ou 25 anos! Pelo cronograma geral de trabalhos anexo ao novo contrato, as malhas mais centrais serão alvo de intervenção até 2022. Até lá deveremos envidar todos os esforços para que este espaço público seja o mais agradável possível.

Quem quiser, pode enviar esta ou outras sugestões para dmprgu.dpru@cm-lisboa.pt, utilizando o formulário de participação respectivo.

Comments

35 Responses to “Espaço 2035”
  1. moradora says:

    Eu sou uma mulher muuuuuuuuuito paciente!

  2. O Vingador says:

    Plenamente de acordo com a manutenção dos terrenos expectantes relvados.

  3. Jafumega says:

    "A CML assume que o PUAL só se concretizará verdadeiramente com a ligação entre as Calvanas e o Campo Grande e compromete-se a executá-la até 2020"!! é esta a notícia do Ano. Significa pois que o Eixo Central de Lisboa será mesmo o Eixo Central da Alta de Lisboa. Caros amigos, preparem as carteiras.. Adeus Telheiras.. (lol.. vejo agora também o Nikita a preto e branco a acenar e a dizer adeus aos States..)

  4. JRUI says:

    Tristeza.

  5. Miguel says:

    Pensei que o tema "Ruela" estaria desbloqueado, conforme veiculado em imprensa. No cronograma de actividades está referenciado como constrangimento e com data objectivo de 2016. Av. Santos e Castro a ser vista por um canudo, enquanto que o investimento já realizado na obra, praticamente concluída, definha.
    Fantástico, é o que tenho a dizer.

  6. Fonix says:

    "Obras de Santa Engrácia" terá nova expressão… "Obras da Alta de Lisboa"… 🙁 Haja paxorra!!

  7. CCD says:

    Moro na alta de Lisboa há 6 anos e agora ando à procura de casa na zona, estive a ver o condomínio da Torre mas gostaria que alguém me desse informações, se possível…
    Como é em termos de "ambiente", há muito barulho nas ruas, à noite?
    A vizinhança é pacífica?
    Andei a ver e como estão tantas casas à venda, comecei a pensar que haveria algum problema.

  8. Condómino CTorre says:

    Caro CCD,

    Vivo no Condomínio da Torre desde 2008.
    Os apartamentos são de boa qualidade e bem insonorizados. Não tem havido qualquer tipo de problemas no prédio, pelo menos no 15.2.
    Incomoda-me sobejamente a vizinhança dos PER, nomeadamente no desrespeito por espaços verdes e passeios, por espalharem lixo indiscriminadamente, estacionarem nas passadeiras colocando em risco os peões, e de porem os miúdos a jogarem à bola na fachada do nosso condomínio, simplesmente porque o hall de entrada tem uma sombra porreira.

    Honestamente, apenas vale pelo baixo custo das habitações, mas são coisas que me incomodam bastante. Não vejo hora de saír daqui.

    Fica a critério!

  9. Condómino CTorre says:

    Ah, quanto ao barulho, é pontual. Carros dos "putos do boné" com música aos berros a partir das 22h e é vulgar esta gente falar (leia-se berrar) às mesmas horas sem respeito pelos que trabalham.
    Mas são situações que ocorrem apenas algumas vezes por semana.

    Acrescento que nunca tive problemas de segurança, apesar de a minha namorada já ter sido assaltada nas próximidades, e o porteiro foi espancado para lhe tirarem o telefone. Mas esta foi a única ocorrência que soube em vários anos.

  10. Joana says:

    Eu moro no Condomínio da Torre desde 2004. Primeiro um T2, depois um T4. Nunca tive problemas. E se não gostasse teria saído quando vendi a primeira casa. Tenho pelo menos mais 2 vizinhas que compraram aqui a segunda casa, com o crescimento da família, portanto também acho que estão contentes por viver aqui. Acho os acabamentos (chão, principalmente) de má qualidade. Os pátios interiores são uma mais valia para quem tem filhos pequenos.

  11. Pedro says:

    Eu também moro no Condomínio da Torre desde 2004, primeiro num T1 e recentemente mudei-me para um T4. Nunca tive problemas com a vizinhança mas reconheço que os nossos vizinhos do PER não são os mais silenciosos, nem os mais respeitadores ao nível dos espaços públicos, principalmente desde que abriu o café na alameda da Música. Obviamente que o meu critério principal para comprar a casa no CT foi o preço, e como é óbvio não penso que faça qualquer tipo de sentido pagar o dobro por uma casa a 500 m.

  12. Luís Magalhães says:

    Eu não moro no CT, mas este é um dos condomínios mais centrais, com as vantagens e inconvenientes que isso acarreta. Em todos os condomínios, aqui e noutros bairos espalhados pelo país, há pessoas que adoram, que detestam e ainda as assim-assim. O que realmente interessa, do meu ponto de vista, é, tomada a decisão de morar aqui ou alí, fazermos dele um espaço melhor para viver. Muito há a melhorar por todo o lado, mas a comunidade local já deu provas do seu empenho na melhoria das condições, quer pela intervenção associativa quer pela particular. Exemplos disso foram as acções de limpeza lideradas pelo centro social e outras escolas ou a abertura das salas do condomínio JSB para usufruto da comunidade local em eventos específicos, não esquecendo que a celebre rotunda do parque conchas fez-se por teimosia de alguns colaboradores do Viver que construiram uma provisória. Poucos bairros em Portugal se podem orgulhar de terem uma comunidade assim. Aos poucos vamo-nos fazendo ouvir.

    • Ana Barata says:

      Obrigada pela informação do post, Luís. Se não fosse o teu alerta, estou convencida de que tudo isto passaria mais ou menos despercebido. Porque ninguém fala no assunto, porque ninguém está interessado em falar (e isto continua a surpreender-me, depois de tantos anos) e porque a época estival também não ajuda. Obrigada pelas tuas sugestões, que conseguiste fazer dentro do prazo de discussão pública (que é sempre em agosto, diga-se). Penso que correspondem às preocupações de quem cá mora e trabalha e espero, sinceramente, que sejam tidas em consideração. São os "mínimos olímpicos" para quem por cá anda. Quanto ao resto, é uma desilusão, mais uma, e concordo contigo que a atitude certa é continuar a fazer-nos ouvir e construir o que está do nosso lado. Afinal, construir cidade também é isso. Ou é sobretudo isso.

  13. Luís Ferreira says:

    Eu moro num T2 no Parque São João de Brito desde 2004, e neste momento estou a pensar mudar de casa, acontece que estou indeciso entre um T3 aqui também no Parque São João de Brito e um T4 no Condomínio da Torre, ambos praticamente pelo mesmo preço! E esta indecisão prende-se exactamente com a vizinhança do PER, pois das várias vezes que tenho passado nessa zona, principalmente ao fim de semana noto a sujidade das ruas com papeis e sacos a voarem de um lado para o outro. Os acabamentos também são uma condicionante, pois não me inspiram muita confiança as paredes de "pladur". No entanto as áreas são uma mais valia a ter em conta bem como o jardim privativo. Todas as pessoas com quem falei me desaconselham a investir no Condomínio da Torre pelos motivos atrás referidos bem como pela desvalorização que um apartamento com esta localização pode vir a sofrer. apesar de tudo a casa continua a interessar-me pois dá-me uma sensação de espaço que não tenho no Parque são João de Brito. Estou a seguir com expectativa os vossos comentários para tentar perceber se realmente vale a pena arriscar…

    • Joana says:

      Luís,

      As paredes de pladur não têm sido, de todo, um problema. Tenho quadros e prateleiras penduradas e tudo tem aguentado bem. Os acabamentos de má qualidade, para mim, são essencialmente o chão. Nesse aspeto (não me habituo ao acordo ortográfico…) acho que vale a pena o investimento em espaço em vez de acabamentos uma vez que estes podem ser mudados para algo melhor e mais ao nosso gosto numa altura em que haja possibilidade e uma divisão nunca pode ser acrescentada.
      Em relação à envolvente, é como lhe disse, eu nunca tive problemas. E sinceramente, acho que viver neste quarteirão ou no outro a seguir é viver na mesma zona, não vale a diferença de dinheiro. Tb me choco mto com o lixo e papeis a voar. Acho que isto acontece essencialmente naquela zona em frente a farmácia, não sei pq, que é o unico dos condomínios que não tem jardim central. No meu, pelo menos, sinto-me resguardada disso. Acho que a sensação boa ou má de quem mora aqui tb depende mto da porta da entrada das suas casas. Acho que as pessoas que se queixam mais moram viradas a norte, para o lado de Centro de Saude, uma zona ainda muito deserta. Eu moro em frente ao fotografo da kodak, saio para uma rua bastante normal.
      O Jardim é uma mais valia. O meu filho mais velho (7 anos) já vai para lá sozinho com os amigos do prédio e estamos descansados.
      Eu voltaria a comprar esta casa onde moro. Talvez se a entrada fosse outra ou as janelas tivessem viradas para o lado norte não estivesse tão contente, não sei. Agora depende da situação do T4 em que pensa investir.
      Em relação à venda da minha primeira casa aqui no CT, vendi um T2 em 2005 por mais 30000 euros do que o comprei. Agora acho que o mercado estabilizou/parou. Os meus vizinhos que se mudaram para casas maiores aqui dentro do CT, mais recentemente, resolveram manter as casas anteriores (T2) que estão alugadas, ptto não sei se teriam tido lucro ou não ao vende-las (falando como investimento).

      • Dina says:

        Luís,
        eu vivi num T1, no Condomínio da Torre de 2004 até 2009, mas concretamente no 15.5, e em 2010 comprei um T3 na Colina S.João de Brito. Em 5 anos que vivi nos C.Torre, nunca tive quaisquer problemas, e morava sozinha. Saía para trabalhar de manhã, e ia a pé para o metro, e voltava à tarde/noite. Nunca andei à noite sozinha a pé a partir das 22h, apenas de carro, e considero a zona minimamente segura… Mas sinceramente, não gostei muito de viver lá… Assim que pensei em comprar a minha casa, um dos critérios era não ser lá, embora gostasse de viver na promissora Alta de Lisboa.

        Não tive muitas dificuldades em vender o meu apartamento, talvez pela tipologia, mas constatei desde o inicio que é uma zona subvalorizada por causa dos PER. Há uma imagem caricata que por mais anos que tenha, nunca mais irei esquecer. Um dia, cheguei do trabalho, e o estacionamento em frente ao prédio tinha sido transformado numa enorme festa cigana, com mesa farta, musica, danças, que durou até altas horas de madrugada. Mas não voltou a acontecer. Por vezes, havia barulho à noite com gritarias, e frequentemente os vizinhos gostavam de partilhar os seus gostos musicais com toda a gente.

        Embora as zonas sejam muito próximas, existem algumas diferenças entre os CTorre a Colina SJB. Aqui há um melhor ambiente na rua, há mais respeito pela vizinhança, e as ruas estão mais limpinhas. O comércio é relativamente mais próximo. As casas têm acabamentos de melhor qualidade que nos CTorre, embora os isolamentos acústicos e térmicos sejam melhores nos CTorre. Quanto ao pladur, não é de todo impedimento para colocar estantes, ou móveis pendurados, mas sim, é muito frágil. Uma pancada mais forte é capaz de fazer um buraco na parede, que é rapidamente solucionado com um pouco de gesso e água. Comparativamente com as paredes em alvenaria, são mais fracas.

        Gosto muito de viver “deste lado”, e não o trocaria pelo outro.

        Cumprimentos

    • Ana says:

      Eu moro num T3 nos CT desde 2007,e morava num T2 dos mesmos condomínios desde 2004. Sempre gostei de morar aqui, quer pelo jardim quer pela vizinhança do CT que fui conhecendo por causa do próprio jardim. Quando quisemos mudar de casa para uma maior, fizémos questão de nos manter nos CT, de preferência no próprio bloco (15.4) onde tínhamos o T2, o que conseguimos. O meu filho de 5 anos já vai indo sozinho para o jardim brincar com os amigos.
      Não tenho queixas nenhumas relativamente às paredes de pladur, têm um bom isolamento térmico e sonoro.

      Relativamente aos PER, nunca tive problemas, nem mesmo em termos de barulho, fora umas músicas ocasionais tocadas mais altas no fim de semana.

      Concordo com os posts da Joana no que diz respeito quer ao lixo quer à envolvente, penso que é sobretudo uma questão de civismo. Quanto a inseguranças, posso dizer que trabalho perto da Av. da Igreja, e já tenho ouvido histórias de assaltos em plena luz do dia, por isso neste momento, acho que não estamos absolutamente seguros em nenhum lado, e onde o estamos mais é mesmo dentro das nossas casas.

      Espero ter ajudado.

  14. jpc says:

    Penso que o problema da sujidade e do barulho existe em qualquer parte da Alta de Lisboa. Na CSG não se está melhor do que no CT em relação à sujidade das ruas. Isto é um problema de civilização!
    Relativamente ao prazo das obras da Alta sinto que há aqui uma falta de respeito pelo contribuinte. Dizer que os eixos rodoviários só estarão prontos lá para 2020 pode significar mais 20 anos de espera. Nessa altura é provável que este plano urbanístico já não faça sentido. Por outro lado existe a ameaça dos empreendimentos embargados que são cada vez mais! É assustador ver grandes blocos de apartamentos a degradarem-se aos poucos. Se forem abandonados e ilegalmente ocupados por gente alheia será o fim deste projecto de urbanização (que poderia ter sido bom).

  15. Ana says:

    Antes de mais, obrigada ao Viver por nos manter informados.

    Relativamente a mais este atraso, não seria de se organizar um abaixo assinado on-line para ser subscrito pelos moradores da Alta de Lisboa manifestando o seu profundo desagrado a esta recalendarização?!

    Sinto-me defraudada nas minhas expectativas e no valor que investi! Mais 10 ou 20 anos de engarrafamentos à conta de colégios onde os filhos dos moradores da zona não conseguem vaga!!!???
    O que a CML e a SGAl estão a fazer é uma vergonha!!!

  16. Ricardo says:

    Bom dia,

    Gostaria que me esclarecessem uma situação – o fim do eixo central (ou pelo menos a ligação à 2º circular) só estará pronta em 2012, 2013? A obra que estaria concluída em Dez de 2009 e depois que ia durar 18 meses vai derrapar?

    • Luís Magalhães says:

      O que está no cronograma de trabalhos apontado para 2012 e 2013 é a execução da Porta Sul, que corresponde a uma rotunda sob a 2ª circular e respectivas vias de distribuição. O eixo central entre as rotundas e depois até à Porta Sul deveria estar pronto antes do Verão de 2012, tal como anunciado nos cartazes propagandísticos – os 18 meses. Obviamente, ter o eixo central concluído sem a Porta Sul, trará ainda mais caos à ligação à 2ª circular, uma vez que os automóveis acumular-se-ão mais rapidamente no fim da avenida, no perído da manhã. Contudo, para a distribuição de trafego dentro da Alta será benéfico.

  17. Anónimo says:

    Concordo plenamente relativamente à questão de os espaços serem deixados limpos e de preferência relvados. Moro em frente ao terreno baldio que agora tem todos os dias camioes a carregar pedras para um sitio que no dia a seguir movem para outro, depois fazem montes de terra para passado uma semana removerem tudo e colocarem noutro lado, parece que vivo numa pedreira desde à uma ano para cá. Já para não falar no barulho que muitas vezes começa às 5 da manhã ou trabalharem à noite a fins de semana como já aconteceu (por exemplo uma vez num sábado as 7 da manhã acharam que era importante raspar a terra do alcatrão todo da estrada agora cortada ao trânsito com as pás de ferro dos tractores, fazendo um barulho estilo raspar as ulhas num quadro daqueles antigos, muito agradável para aquela hora da manhã de sábado).

  18. Isabel Lourenço says:

    Eu não moro mas trabalho na Alta de Lisboa, moro na Av de Roma e quero dizer-vos a vossa vizinhança é para lá que vai. Acho a Alta uma zona fantástica para se viver ou não fosse o facto de terem à porta o 2º maior pulmão de Lisboa, as Conchas.
    Penso que tudo vai da nossa atitude e como li atrás, jamais daria o dobro do valor por um imóvel a menos de 500 mts do CT apenas pela vizinhança porque conheço todos os apartamentos da Alta e posso garantir quem em termos de qualidade/preço, estes são sem dúvida os melhores e ainda têm o beneficio de ter um jardim privativo. Mais ainda, na avaliação bancária são sempre avaliados por valores superiores, isto porque o facto de ligarem tanto à localização, desvalorizaram-nos mas na realidade o que conta para um avaliador é o chão e esse é o mesmo que qualquer um dos outros condominios (excepto Conchas) e os acabamentos em pladur não ficam em nada atrás dos em alvenaria, antes pelo contrário, reconstrói um apartamento com muito mais facilidade e em termos térmicos e acústicos, se estiver bem feito o que é o caso, é bem melhor.

  19. João says:

    As obras no lote assinalado na imagem com "2015", na Rua João Amaral (em frente à pista de atletismo), encontram-se a andar e, durante a semana passada, "nasceu" na fachada dos prédios um cartaz de "Vende-se" da REMAX. Posso enviar futuramente uma foto.

  20. Estarei a ler bem o mapa? Lx Condominio é para 2013? Mesmo com os prédios já de pé?

  21. Miguel says:

    Vivo mesmo em frente à malha 5 e estou preocupado a ponto de estar a pensar mudar de casa.
    Será que vao mesmo fazer os predios do taveira que estao no plano em 2015 e 2016 ? E aquela parte que agora é uma quinta, parece que também querem fazer alterações aí. Ou será que é outra balhada e demora mais 10 anos, ou nunca se faz?
    É se se for para estar pronto em 2015 e 2016 tinham que começar agora e estou com receio que agora que acabaram o eixo central comecem mesmo, o que seria horrivel para quem mora mesmo em frente, com pó, barulho de obras e escpecialmente uma perca da nossa qualidade de vida dado que até hoje tinhamos uma vista brutal desimpedida. 🙁 Alguem tem mais informações sobre o que vao fazer? Estou mesmo a considerar mudar de casa antes que isto aconteça e estraguem completamente a zona diminuindo o valor das casas.

    • Filipa D says:

      Caro Miguel,
      Eu se fosse a si nao me preocupava… O sector da construção neste pais anda pelas ruas da amargura, e com a carga de taxas para a construção nova nao acredito que na próxima década se construa mais alguma coisa na alta de Lisboa. Veja o site da Sgal, os terrenos estão todos a venda significando isto que nao tem intenção de promover mais nada. Assim se algum promotor masoquista quiser investir na alta talvez fosse interessante pensar em erguer- lhe uma estatua na rotunda Sul!!!

  22. Speech therapy is also offered to improve to improve tongue and facial muscles as well as the clarity of speech.
    This problem can be devastating and extremely embarrassing
    for many women. Treatment for Adolescent Marijuana Abuse Condition:
    Marijuana Abuse.

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