Pequenas grandes coisas III – A árvore
17 March, 2011 by Ana Barata

Há coisas que desafiam o senso comum e, na Alta de Lisboa, há uma árvore que nos desafia todos os dias.
Ergue-se, com orgulho, bem no meio da Av. Carlos Paredes, e tira toda e qualquer visibilidade ao condutor que, circulando pela Rua José Cardoso Pires, se assoma do cruzamento para atravessar a avenida.
O cruzamento é perigoso, rico em acidentes, e a árvore contribui para aumentar esse seu potencial. Aliás, a árvore, o candeeiro, os sinais de trânsito verticais… não falta lá nada.
A Alta é um projecto que obedece a um Plano Urbanístico, pensado e maturado. Mas há coisas que só se percebem em andamento e esta árvore, definitivamente, não deveria estar ali.
Transplantamo-la?



Transplantem-na…
A seguir, já que estão numa de corrigir pequeníssimas coisas, podem transplantar este quiosque:
http://maps.google.pt/?ie=UTF8&hq=&hnear=…
…já que não só tapa o empedrado com o brasão de Lisboa (há coisas incompreensíveis) como impede a visibilidade da passadeira para os carros que saem a correr da Rua dos Anjos.
Sem dúvida! Essa árvore está muito mal colocada e tira toda a visibilidade no cruzamento.
Onde o carro está, e onde foi tirada a fotografia há um sinal de stop.
Não poderemos esperar que a árvore cresça?
Tem razão, moradora, o sinal de stop manda parar. Mas parar até que ela cresça? Deus! E se a pessoa em causa não tiver telemóvel, como avisa a família em casa que vai chegar um pouco mais tarde para jantar?
O carro está a meio da Av. Carlos Paredes. Já enfrentou metade do desafio. Já respeitou o stop e já cruzou as duas faixas até ao separador central. Tenta agora "arriscar o pêlo" para seguir em frente pela R. José Cardoso Pires. Para isso, terá de atravessar as restantes duas faixas e não vê quem vem da sua direita. Terá de avançar heroicamente, aos poucos, sujeito a ficar sem a frente do carro e a ser abalroado.
A dificuldade é a mesma para quem sobe a Av. Carlos Paredes, vindo do Lumiar, e tenta mudar de direcção, virando à esquerda, à altura da R. José Cardoso Pires.
A árvore é frondosa e não auguro melhorias, infelizmente.
Volto a concordar com a Ana.
Faço muitas vezes a mudança de direcção na Av Carlos Paredes para virar à esquerda, na José Cardoso Pires. Essa árvore tira completamente a visibilidade à direita. Como, aliás, é bem visível na foto.
E que tal seguir em frente. Fazer inversão de marcha junto ao "estádio" do Águias e voltar para baixo e assim evitar a árvore? Ou porque não virar na Rua Helena Vaz da Silva e depois aceder a todas as ruas envolventes ao Condomínio da Torre?
Antes de matar uma árvore podemos fazer tantas coisas!
Pois… podemos dar a volta toda ao bairro para evitar o cruzamento e a árvore… mas, então, para que serve o cruzamento? foi pensado para quê?
Também podemos estacionar o carro e andar o resto a pé… A árvore não atrapalhará.
A ideia não é matar uma árvore, é transplantá-la. O intuito é o de evitar que, qualquer dia, se sacrifique uma vida humana ali. Também gosto muito de árvores mas, ainda assim, prefiro acautelar a segurança das pessoas com uma pequena mudança.
Depois de verificar o google maps, http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&am…
para evitar B, seguiria em frente no um e viraria no final da rua.
Parece-me uma escolha segura para as crianças que frequentam a escola 34 e para os automobilistas que assim não têm que cruzar B.
E a despropósito, a Capela está a ficar linda e branquinha! tenho pena de não ter ido lá dar umas pinceladas. Hoje vamos acabar a árvore da nossa escola. Não querem aparecer?
Obrigada pelo convite! 🙂 Hoje estivemos a comemorar o 48º aniversário do CSM (que foi no sábado, dia 19) e não tivemos mãos a medir. Mas que árvore é essa? Não sei…
A Capela está quase pronta, sim. Como a intermitência da metereologia não estava a facilitar a marcação de uma data para uma acção de voluntariado para a pintar, acabámos por aproveitar as pausas da chuva e fomos pintando a Capela, aos poucos, com o pessoal da casa. Sei que se tinha oferecido genuinamente para ajudar e agradeço muito essa disponibilidade. 🙂
Em Maio, o tempo estará mais seguro e vamos juntar-nos para mais umas intervenções de "O meu Bairro é a minha Cara". Já estamos a tratar disso também. 🙂
Parabéns! 48 anos é uma idade já considerável. No meu próximo 1 ano farão meio século. Para celebrar bem me podem mandar os vossos alunos todos 😉
É uma árvore que pintámos (e continuamos a pintar) com mãos de toda a comunidade educativa. Está na horta da escola.
O Constante tem o meu número. Se não der para ligar basta aparecer.
Também há umas paredes para pintar de branco.
Precisamos de ajuda!
Talvez mais perigoso seja mesmo a visibilidade que tira à passadeira. É que os peões não estão protegidos com chapa metálica…
Quanto à arvore há tantos sítios onde pode ser transplantada… Aqui na minha rua há um série delas mortas, podia mto bem substituir uma delas…
tem toda a razão, mas nunca vejo peões a usar essa passadeira!
De qualquer forma todas as passadeiras no topo Este da Av. Carlos Paredes são mortíferas
E as que crescem quer no cruzamento junto aos Jardins de São Bartolomeu, quer no Eixo pedonal na mesma zona?
Alguém achou que árvores arraçadas de arbusto seria a melhor solução para esses locais onde é necessário ver e ser visto…
O castanheiro cerquinho de que fala, bem no meio do eixo pedonal junto aos J.S. Bartolomeu foi atacado quando ainda era pequenino. Cortaram-lhe o ramo principal. Agora cresce mas mais para os lados!!!!!!
O tempo passa e nada se faz…