"Helena Roseta, arquitecta de profesión, trabaja desde hace años a favor de una política de vivienda decente y fue reelegida en octubre pasado como concejal independiente en la lista del Partido Socialista. Roseta menciona tres elementos comunes del panorama urbanístico de ciudades como Lisboa, Oporto y Braga: el elevado número de pisos desocupados, el declive demográfico y el envejecimiento de la población."
É um diagnóstico novo. Nunca se tinha ouvido isto. E, desde que se chegou a tão profunda conclusão, foram tomadas múltiplas medidas que inverteram a situação….
Quando li o artigo aqui há umas duas semanas, fiquei sem saber se devia rir, olhar para o lado e esquecer a reportagem "comprada", ou indignar-me. Mas, depois de alguns minutos, achei que o artigo era tão mau, tão mau, tão mau, sem a mínima consistência, novidade, ou profundidade, que fiz o que a maior parte faz, não liguei. Olhei para o lado e pensei que "melhores dias virão". Enquanto permanecermos nos diagnósticos repetitivos, nos artigos superficiais, e na falta de capacidade de concretização, mais vale falar de outras coisas…boas, claro.
…o texto é uma apreciação vinda de fora…com o principal intuito de dár a conhecer aos nativos do pais, outras realidades. O enfase coloca-se na informação, o intuito numa simples curiosidade embotida num nucleo politico, economico, social, cultural e multicultural. Algumas sugestões simples de leitura que frequentemente apontam para formas semelhantes; Le Monde Diplomatic, The economist; e outros mais singelos que não me façam parecer tão pretencioso. Outro exercicio simples, oportuno e até prazeroso, será avaliar, ao visitar outras Capitais (Capitais), a sua dinamica, energia, força, irreverencia e desenvolvimento de um crescimento comum, que proporcionam e espelham uma nação (Lamento repetir, Capital…). Ou seja, onde se cria e é apelativo querer criar.
Não é necessariamente o que nos dizem que se torna relevante, mas qual o tipo de influencia e consequencia que certas realidades formam para o individuo e seu colectivo.
"Helena Roseta, arquitecta de profesión, trabaja desde hace años a favor de una política de vivienda decente y fue reelegida en octubre pasado como concejal independiente en la lista del Partido Socialista. Roseta menciona tres elementos comunes del panorama urbanístico de ciudades como Lisboa, Oporto y Braga: el elevado número de pisos desocupados, el declive demográfico y el envejecimiento de la población."
É um diagnóstico novo. Nunca se tinha ouvido isto. E, desde que se chegou a tão profunda conclusão, foram tomadas múltiplas medidas que inverteram a situação….
Quando li o artigo aqui há umas duas semanas, fiquei sem saber se devia rir, olhar para o lado e esquecer a reportagem "comprada", ou indignar-me. Mas, depois de alguns minutos, achei que o artigo era tão mau, tão mau, tão mau, sem a mínima consistência, novidade, ou profundidade, que fiz o que a maior parte faz, não liguei. Olhei para o lado e pensei que "melhores dias virão". Enquanto permanecermos nos diagnósticos repetitivos, nos artigos superficiais, e na falta de capacidade de concretização, mais vale falar de outras coisas…boas, claro.
…o texto é uma apreciação vinda de fora…com o principal intuito de dár a conhecer aos nativos do pais, outras realidades. O enfase coloca-se na informação, o intuito numa simples curiosidade embotida num nucleo politico, economico, social, cultural e multicultural. Algumas sugestões simples de leitura que frequentemente apontam para formas semelhantes; Le Monde Diplomatic, The economist; e outros mais singelos que não me façam parecer tão pretencioso. Outro exercicio simples, oportuno e até prazeroso, será avaliar, ao visitar outras Capitais (Capitais), a sua dinamica, energia, força, irreverencia e desenvolvimento de um crescimento comum, que proporcionam e espelham uma nação (Lamento repetir, Capital…). Ou seja, onde se cria e é apelativo querer criar.
Não é necessariamente o que nos dizem que se torna relevante, mas qual o tipo de influencia e consequencia que certas realidades formam para o individuo e seu colectivo.
Concordo!