4ª Sessão Pública do GCAL – 8 de Julho

6 July, 2010 by  

O Grupo Comunitário da Alta de Lisboa irá realizar a sua IV Sessão Pública subordinada ao tema “Ingredientes para Projectos Comunitários de Sucesso”. O evento terá lugar já no próximo dia 8 de Julho pelas 9h no Auditório da Escola Primária do Colégio São João de Brito, na Estrada da Torre nº 28, ao Lumiar.

O programa contará com a participação de oradores representativos de projectos de âmbito comunitário, como a Leonor Gomes do Projecto Liga-Te (Empreendedorismo), o Augusto Sousa do Projecto Bairros Criticos do Vale da Amoreira (Associativismo) e Felix Bolanhas do Agrupamento de Escolas da Apelação (Educação). A moderar o debate e a dar contributos para a reflexão, estará o Dr. João Menezes, Director Municipal da CML.

Comments

7 Responses to “4ª Sessão Pública do GCAL – 8 de Julho”
  1. pmd says:

    Lisboa tenta reduzir valor do Parque Mayer para que uma expropriação saia mais barata
    05.07.2010 – 10:15 Por Ana Henriques
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    Reduzir o valor dos terrenos do Parque Mayer é um dos objectivos do plano de pormenor para a zona aprovado na passada semana pela Câmara de Lisboa. A proposta de plano reduz significativamente o volume de construção anteriormente permitido para o mesmo local. Mas antes de entrar em vigor, tem ainda de ser submetida a discussão pública e aprovada pela administração central.

    Proposta do Plano de Pormenor ainda vai a discussão pública (Rui Gaudêncio)

    Depois de o advogado José Sá Fernandes ter recorrido aos tribunais, para anular a permuta através da qual a autarquia trocou metade dos terrenos da Feira Popular pelo Parque Mayer, o processo aproxima-se agora do final, faltando apenas a leitura da sentença. A hipótese de o negócio ser considerado nulo poderia, porém, deixar a câmara em maus lençóis: embora voltasse a ser dona do terreno em Entrecampos, teria de recorrer a uma expropriação para reabilitar o antigo recinto do teatro de revista. E a escritura da permuta com a Bragaparques estabeleceu, em 2005, que o Parque Mayer valia 54,6 milhões de euros, porque o município lhe tinha conferido uma capacidade construtiva de 50 mil metros quadrados.

    É também para evitar que este valor seja tomado como referência em caso de necessidade de expropriação que o plano de pormenor agora aprovado baixa a capacidade construtiva de 50 mil para 30 mil metros quadrados.

    “Quando a Bragaparques comprou o Parque Mayer aos seus antigos proprietários, em 1999, pagou por eles 2,2 milhões de contos [perto de onze milhões de euros]”, observa Sá Fernandes, hoje vereador de Lisboa. Seis anos depois, quando vendeu o recinto à câmara, a empresa conseguiu quintuplicar esse valor. “A Câmara de Lisboa perdeu muito dinheiro ao trocar o Parque Mayer por metade da Feira Popular”, opina. O autarca diz que, caso o tribunal anule a transacção, a ideia do município é “accionar rapidamente o processo de expropriação” e “tomar posse administrativa automática do terreno”. Sá Fernandes pensa que não haverá dificuldade em os tribunais reconhecerem o interesse público da expropriação. Só que se a permuta for desfeita sem que a expropriação seja decretada o problema associado ao Parque Mayer adensar-se-á ainda mais, uma vez que decorrem já no local, a expensas da câmara, as obras de reabilitação do Teatro Capitólio.

  2. pmd says:

    Faltou dizer que a CML diminui para 30000 metros, para poupar na expropriacao, mas os promotores amigos do Salgado, que vao fazer condominios de luxo com jardim (botanico) privatizado, vao fazer muito dinheirinho…genial! Ao nivel do Pinto da Costa!

  3. pmd says:

    Facamos algumas contas simples:
    No centro de Lisboa, 200 metros quadrados “muito luxo”, com jardim botanico privado com especies raras, piscina, etc…digamos 1 milhao cada. 30 mil metros quadrados sao 150 destes apartamentos, ou seja 150 milhoes de euros…se for em lojas do gabarito da Prada, Boss, etc, ainda fazem mais dinheiro…
    Viva o Partido Socialista!

  4. pmd says:

    http://www.lisboacomsentido.com/?idc=54&idi=5032

    Uma sugestao:
    Actualizem o link do Lisboa com Sentido na coluna lateral do blog.

  5. Rogério says:

    como é q uma cidade como lisboa (que está a perder tantos habitantes) pode ter tanto dinheiro para fazer um projecto destes? mas bem, o melhor ainda é dizerem q s trata de um projecto sustentável.. haha.. se isto tudo fosse tão sustentável estariamos é a falar de um espaço livre na alta de lisboa e de uma requalificação do centro da cidade e dos bairros mais problemáticos.. tantas casas deshabitadas no centro d lisboa e vcs planeiam um novo bairro, gastam dinheiro q poderia ser utilizado para projectos sociais ect. ah pois, é melhor gastá-lo para fazer passeios de bicicleta.. pois os organizadores tiveram q ser pagos pelo "trabalho" q tiveram com este passeio.. 😀
    é incrível! viram o q aconteceu aos nossos "hermanos" (é o q acontece qd não se sabe planear sustentávelmente) e fazem a mesma merda! parabéns,lisboa! parabéns, portugal!

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