Parque Oeste, na Sick
22 March, 2010 by Tiago Figueiredo

Reportagem exibida hoje no Jornal da Tarde da estação de carnaxide.
Notícia de qualquer coisa localizada num bairro com realojamento social que não fale em vandalismo é como um casamento piroso sem os convidados a bater nos copos com os garfos a pedir que os noivos se beijem.
Por alguma razão a reportagem não filma um único graffiti, tag ou candeeiro partido. Os rabiscos foram limpos no passado dia 12 de Março pela própria população, e os candeeiros partidos estão no lado oposto do parque onde estava a repórter com o cameraman. No tal caminho que a senhora dizia existem um total de 128 projectores. Apenas 7 estão partidos. Uma situação que tem cerca de dois anos, sem qualquer reparação por parte da CML.
Achei giro o conhecimento técnico das funções dos lagos, da utilização da rede água pluviais, saberem que está previsto um parque hortícola, fazerem a referência à “arquitectura paisagística ímpar” e ao acabamento anti-graffiti no betão branco. Soa-me familiar.



Eu gosto de tudo! Mesmo de Tudo.
Nós não somos um bairro de realojamento. Somos um bairro! E a maioria dos moradores já são de venda livre.
E dentro em breve serão a esmagadora maioria.
Obrigada pela partilha!
SIC does not suck or is sick. It is just free press with a point of view! At times different from mine but that's life in a democracy!
Ana, por alguma razão eu disse bairro "com" e não bairro "de".
Mas a questão não é ser "com" ou "de", mas o facto de isso comportar preconceitos de todos os que falam sem cá vir. O que é genial nesta notícia é manterem a ideia feita, falando do vandalismo, mesmo vindo cá e filmando.
E claro que é uma ideia que se espalha facilmente. Até as pessoas que andam no parque dizem que os holofotes estão todos partidos quando apenas 7 dos 128 o estão, ou falam de graffitis quando já não há nada para ver.
Um post sobre o Parque Oeste, no 31 da Sarrafada: http://31dasarrafada.blogs.sapo.pt/67533.html
Recebeu a modificação do meu e-mail ;)?
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pois eu ca gosto do meu bairro,do meu parque,e principalmente das pessoas que na rua mesmo nao me conhecendo me dao a saudaçao,em vez de moradores do mesmo predio,que nem sao capazes de olhar uns para os outros,viva o nosso bairro e a kem nao desiste de fazer melhor