Não há interessados no quiosque do Parque Oeste
28 December, 2009 by Tiago Figueiredo

O concurso para a exploração do quiosque do Parque Oeste teve apenas um candidato, mas que acabou por desistir.
Não é uma situação que surpreenda. O Parque Oeste, apesar de ser um local cada vez mais aprazível, está longe de ser suficientemente frequentado para suscitar interesse comercial na exploração de um quiosque (esta é uma opinião meramente pessoal e não comprovada cientificamente).
Faltam estar concluídas e habitadas as malhas habitacionais, de escritórios, falta ter a pista de atletismo com utilização exaustiva, para que o Parque Oeste tenha no seu dia-a-dia uma frequência que garanta retorno num investimento.
Falta concluir as acessibilidades que garantam ao investimento privado apostar no bairro, falta ser mais rápido a apreciar processos de licenciamento para termos as malhas construídas no tempo previsto (a malha 6 esteve dois anos parada à espera de licenciamento – a malha 14 esteve dois anos parada por um problema processual)
Para isso é necessário que a CML seja cooperante com a Alta de Lisboa. Os lisboetas (habitantes da Alta de Lisboa incluídos) votaram em UNIRLISBOA com essa expectativa, a 11 de Outubro. Seria bom que os entusiasmos e compromissos eleitorais fossem consequentes e extensíveis por quatro anos.
From: Viver na Alta de Lisboa <viveraltadelisboa@gmail.com>
Date: 28 de Dezembro de 2009 18:24:47 WET
To: “Joao Camolas” <joao.camolas@cm-lisboa.pt>
Subject: Re: Quiosque Parque OesteCaro João Camolas,
Espero também que tenha passado um bom Natal.
Estranhamente, não recebemos o V. email de dia 10 Dez.
Ficamos tristes com a ausência de interessados para exploração do quiosque do Parque Oeste, mas infelizmente não nos surpreende. O Parque Oeste é ainda um espaço relativamente isolado, com poucas das malhas habitacionais e de escritórios envolventes previstas a estarem já construídas. Se o Parque já é, pela sua filosofia, pouco visitado, os atrasos na implementação do PUAL nos últimos anos que têm prejudicado a consolidação da Alta de Lisboa como parte integrante de Lisboa ainda ajudam menos.
Queremos defender os Espaços Verdes, queremos vê-los vivos e vividos, mas para isso é preciso olhar globalmente para a Cidade. Tenho a certeza que o gabinete do Vereador dos Espaços Verdes o faz e percebe que os atrasos nas acessibilidades (Av. Santos e Castro, Porta Sul, Eixo Central), bem como a demora burocrática no licenciamento dos projectos de arquitectura e engenharia de várias das malhas foram determinantes para o insucesso do concurso que V. Exas lançaram em 2009. Seria interessante, nesse caso, que se pronunciassem e tivessem papel activo na resolução dos problemas que nos prejudicam a todos.
Estamos – como sempre estivemos, independentemente da crítica que fazemos – cooperantes com a CML. Esperamos que a CML continue cooperante com o nosso bairro e que todos os que nela trabalham não desistam.
Cumprimentos e votos de continuação de Boas Festas,
Tiago Figueiredo
Viver na Alta de LisboaFrom: “Joao Camolas” <joao.camolas@cm-lisboa.pt>
Date: 28 de Dezembro de 2009 16:47:07 WET
To: “Viver na Alta de Lisboa” <viveraltadelisboa@gmail.com>
Subject: RE: Quiosque Parque OesteCaro Tiago Figueiredo,
Espero que tenha passado um bom Natal.
Em relação a este quiosque, o vencedor, e único concorrente no concurso público que a Câmara Municipal de Lisboa lançou para a exploração do quiosque, acabou por desistir. Neste momento, a CML está à procura de interessados em explorar este quiosque. Se tiver conhecimento de alguém ou alguma associação interessados não hesite em dar o contacto do gabinete.
Obrigado e votos de um excelente 2010.
Cumprimentos,João Camolas
De: Joao Camolas [mailto:joao.camolas@cm-lisboa.pt]
Enviada: quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009 11:24
Para: Viver na Alta de Lisboa
Assunto: Quiosque Parque Oeste
Importância: AltaBom dia Tiago,
Peço desculpa de não ter respondido logo mas, entretanto, estive uns dias fora.
Vou saber qual o ponto de situação do concurso para o informar.
Obrigado,Com os melhores cumprimentos,
João Camolas
De: Viver na Alta de Lisboa [mailto:viveraltadelisboa@gmail.com]
Enviada: quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009 15:30
Para: João Camolas
Assunto: Fwd:Begin forwarded message:
From: Viver na Alta de Lisboa
Date: 24 de Novembro de 2009 14:31:36 WET
To: João CamolasCaro João Camolas,
Espero que esteja tudo bem consigo.
Gostaria de saber se já existe resultado ao concurso para o quiosque do Parque Oeste.
Cumprimentos,
Tiago Figueiredo



E porque não promover actividades no parque Oeste à semelhança do que acontece na quinta das conchas? Não digo um cine-conchas pois teria de passar a cine-oeste 😉 mas porque não pensar num evento que atraia pessoas ao parque Oeste e o torne conhecido. Porque também me parece que há muito boa gente de fora que vai à quinta das conchas e que poderia passear no parque Oeste se soubesse que existe e onde fica. Muitos amigos meus, a título de exemplo, ficaram espantados com a existência de um outro parque na Alta de Lisboa.
Sim, Nuno, mas que actividades, com que duração, e quem organiza?
Que pena 🙁
Mas era de esperar, sim.Quem quer explorar um quiosque num jardim onde não há gente?? Um quiosque não é uma "loja âncora"…
Senhores Vereadores da CML, este bairro merece que unam os vossos esforços para desbloquear o que está a travar o seu desenvolvimento!
Um quiosque no meio do nada é um convite ao tédio e ruína de quem o explore (e eventualmente ao vandalismo de outros).
É o que o Tiago diz. Para animar estes espaços eles têm de ter uma população visitante significativa, que use o espaço com afluência que permita gerar necessidades e interesses.
É inconcebível que no PUAL não esteja previsto um contínuo pedonal/ciclável arborizado marcante entre os dois Parques, o Oeste e o das Conchas, que os ligue e os torne umbilicalmente conexos, em vez de ostensivamente desconexos como agora.
Na revisão do PUAL, em curso, este aspecto tem ser obviamente corrigido. E ainda há por onde…
Outra situação a implementar é o reforço do uso da 3a fase do Parque Oeste, nomeadamente a zona a montante da Pista de Atletismo para onde a AVAAL propõe um parque agrícola, gerador de ocupação diária (e não só ao fim de semana), com manutenção a custo zero ao erário público, com produção de frescos em regime de agricultura biológica, com ocupação de franjas populacionais economicamente deficitárias, com actividades de animação pedagógica, fazendo a valorização estética e a conservação da biodiversidade de um espaço neste momento abandonado.É também um projecto estimulador de coesão social ao criar condições para o uso partilhado e responsável do espaço entre pessoas pertencentes a todas as condições sociais do Bairro.
É assim que, numa lógica de contínuo entre estes elementos fundamentais da estrutura verde da Alta, com pólos complementares e interligados, acredito que vamos lá!
Ou seja, mantendo a elevada qualidade de utilização do Parque das Conchas, fazendo a ligação pedonal e ciclável arborizada do mesmo ao Parque Oeste, inaugurando de vez o lago e as suas valências recreativas, e criando o parque agrícola como novo e diversificado elemento polarizador, que teremos mais gente em todos estes "verdes", utilizando-os de forma complementar, una e segura. E aí sim, o quiosque será central e terá concerteza interesse e interessados.
Ora cá está uma visão participada da Cidade. Boas ideias, com gente cheia de vontade de as realizar.
Jorge, em que ponto está o projecto da AVAAL para esse terreno?
Obrigado Tiago, é importante esse feedback.
Existe um programa-base para a ocupação do local, fruto de reuniões entre o grupo de interessados e a UPAL, que contempla espaço de hortas, pomar, zonas de compostagem e arrumos, percursos pedonais, matas e áreas de estadia e encontro.
Este programa-base e a solicitação formal de constituição do Parque Agrícola da Alta de Lisboa e sua gestão pela AVAAL foram entregues à CML via UPAL em meados de Outubro.
A CML via DMCRU colocou algumas questões à UPAL (Arqta. Teresa Travassos) que foram respondidas. Aguarda-se agora a resposta positiva da DMCRU para que se possa estabelecer o protocolo com a AVAAL, iniciar trabalho conjunto de projecto e orçamentação, nomeadamente com a SGAL. Depois serão as obras (que não são nada de muito complicado, essa é uma vantagem do processo) e iniciar actividade. Esperamos que isto tudo possa ocorrer em 2010…mas precisamos de muito apoio dos nossos moradores para conseguir levar isto assim a bom porto.
Mas vai valer a pena! Haverá actividades ambientais e hortícolas disponíveis para todos, com participação cívica local, reforço do sentido de pertença ao bairro e intercâmbio de ideias…e de boa comidinha, localmente produzida, até já sonhamos com a primeira cachupa!
Conta comigo para a cachupa, Jorge! No resto conta com divulgação, apoio e uns passeios pelas hortas.
Fui pesquisar a DMCRU na net e encontrei isto:
DMCRU Direcção Municipal de Conservação e Reabilitação Urbana
Director Municipal: Arqt.o Jorge Manuel Barata Catarino Tavares
Edifício do Campo Grande, 25, Bloco E, 11o
1749-099 LIsboa
Tel: 21 798 88 00 Fax; 21 798 96 88
Email: dmcru@cm-lisboa.pt
Conheço este Sr. Arqº Jorge Catarino Tavares. Esteve num programa da Antena 1, transmitido em directo do Centro Social da Musgueira, há quase dois anos. Foi por ele que foi anunciado – em directo e em exclusivo – que o projecto da Porta Sul iria para o lixo e lançado novo concurso internacional para nova solução. A tal decisão que nos vai custar pelo menos mais uns 6, 7 anos de atraso.
Mas tenho a certeza que as ideias da AVAAL serão tratadas com outro afecto e celeridade pelos serviços da CML. Vou enviar um email aos Espaços Verdes e à DMCRU para saber como estão as coisas.
From: Viver na Alta de Lisboa <viveraltadelisboa@gmail.com>
Date: 29 de Dezembro de 2009 11:18:41 WET
To: João Camolas <joao.camolas@cm-lisboa.pt>
Subject: Fwd: Quiosque Parque Oeste – Hortas e projecto da AVAAL
Bom dia, Caro João Camolas!
Tomei conhecimento que existe uma associação de moradores aqui do bairro (AVAAL – Associação de Valorização Ambiental da Alta de Lisboa) interessada em dinamizar um projecto bastante interessante num terreno no topo do Parque Oeste, junto à pista de atletismo. É uma iniciativa que trará decerto algum movimento e actividade ao Parque Oeste, condição necessária para o interesse de investidores no quiosque.
Segundo sei, o projecto encontra-se actualmente na Direcção Municipal de Conservação e Reabilitação Urbana a aguardar aprovação.
O João Camolas pode interceder juntamente com o Sr. Vereador dos Espaços Verdes para se inteirar da situação e dar um apoio a um assunto que interessa a todos nós?
Os nossos Melhores Cumprimentos,
Tiago Figueiredo
Viver na Alta de Lisboa
From: Viver na Alta de Lisboa <viveraltadelisboa@gmail.com>
Date: 29 de Dezembro de 2009 11:24:40 WET
To: dmcru@cm-lisboa.pt
Subject: Alta de Lisboa – projecto da AVAAL
Exmos Srs,
Tomámos conhecimento que existe uma associação de moradores na Alta de Lisboa (AVAAL – Associação de Valorização Ambiental da Alta de Lisboa) interessada em dinamizar um projecto bastante interessante num terreno no topo do Parque Oeste, junto à pista de atletismo. Por debatermos actualmente o insucesso do concurso para atribuição de quiosque no Parque Oeste, levado a cabo pela Vereação dos Espaços Verdes, julgamos que o projecto da AVAAL trará decerto algum movimento e actividade ao Parque Oeste, condição necessária para o interesse de investidores no quiosque.
Segundo sabemos, o projecto da AVAAL encontra-se actualmente na Direcção Municipal de Conservação e Reabilitação Urbana a aguardar aprovação.
Gostaríamos de saber em que ponto processual se encontra e que previsões têm V. Exas para uma resposta final dos Vossos serviços.
Os nossos Melhores Cumprimentos,
Tiago Figueiredo
Viver na Alta de Lisboa
Jorge, há alguma indicação que a revisão do PUAL contemple a conexão entre a Quinta das Conchas e o Parque Oeste, como sugeres?
Lembro-me de visitar várias vezes a Fábrica da Pólvora em Barcarena e de frequentar um pequeno quiosque/café que era explorado pela própria câmara municipal. Não me parece a melhor opção, mas para "pegar" num projecto, lançá-lo, valorizá-lo e depois tirar maiores dividendos, poderia ser uma boa ideia.
Outra alternativa, tal como o Sr. da CML acaba por sugerir, porque não uma associação local pegar nisto? Talvez fosse interessante uma associação de moradores ou o próprio CSMusgueira assumir este desafio. Para este último podia ser giro para dar uma experiência de trabalho aos vários jovens que frequentam o centro, claro os maiores de 16 anos! São apenas uns tiros ao ar que aqui mando…
As ideias do Jorge para o parque são excelentes.
O percurso pedonável entre o parque das conchas e o parque Oeste é de fácil concretização. Basta que haja vontade política da Câmara de Lisboa em integrar o parque Oeste no projecto de corredores verdes. A Quinta das conchas está contemplada no projecto (2 corredores: Quinta das conchas – Hospital Júlio Matos e Qt. Conchas – Qt. Mata Mouros) e bastará para tal que haja um prolongamento até ao ao Parque Oeste.
Obrigado pelos comentários, contactos iniciados pelo Tiago e apoio á ideia. Sobre a revisão do PUAL não sei nada a não ser que está em curso e que o GCAL (Grupo Comunitário da Alta de Lisboa) produziu um excelente documento de sugestões que pode ser visto aqui:
http://www.gebalis.pt/site/downloads/PUAL.pdf
Os Termos de Referência da revisão do PUAL, que podem ser vistos aqui:
http://ulisses.cm-lisboa.pt/data/002/004/pual/ter…
indicam que os objectivos da revisão são essencialmente os seguintes:
1. Edificação – interpretar os parâmetros de edificabilidade parciais como de carácter indicativo ;
2. Equipamentos – reponderar as redes de equipamentos em compatibilidade com, as actuais, directivas da Administração Central e Cartas sectoriais concelhias, nomeadamente ao nível dos equipamentos de saúde e de ensino;
3. Parametrização de edificabilidade dos equipamentos – introduzir ao nível do articulado do regulamento uma condição que permita interpretar os parâmetros de tipologia, localização, área de construção e capacidade, como indicadores de referência .
4. Sistema viário – repercutir as alterações desde já identificadas como pertinentes quer resultado das opções de desenho urbano em cumprimento do programa de ocupação regulamentado no PUAL ou por demonstrada inviabilidade técnica,
5. Estrutura Verde – ajuste dos limites das áreas qualificadas com Áreas Verdes – Parque Urbano em função das intervenções confinantes e relocalização de equipamentos."
Ou seja, a revisão é de pormenor técnico ao nível dos indicadores urbanísticos e limites físicos, mas será de alteração mais profunda ao nível dos equipamentos e sistema viário. E em ambas as situações não me parece que seja para acrescentar nada …
Julgo relevante que moradores e associações possamos estar atentos e participativos neste processo.Podemos fazê-lo, nomeadamente ao abrigo dos artigos 5º e 6º da legislação que regula o processo de elaboração e participação em planos, o Decreto-Lei nº 46/2009:
"Artigo 5.º
Direito à informação
1 – Todos os interessados têm direito a ser informados sobre a elaboração, aprovação, acompanhamento, execução e avaliação dos instrumentos de gestão territorial.
2 – O direito à informação referido no número anterior compreende as faculdades de:
a) Consultar os diversos processos, acedendo, designadamente, aos estudos de base e outra documentação, escrita e desenhada, que fundamentem as opções estabelecidas;
b) Obter cópias de actas de reuniões deliberativas e certidões dos instrumentos aprovados;
c) Obter informações sobre as disposições constantes de instrumentos de gestão territorial bem como conhecer as condicionantes e as servidões aplicáveis ao uso do solo.
3 – As entidades responsáveis pela elaboração e pelo registo dos instrumentos de gestão territorial devem criar e manter actualizado um sistema que assegure o exercício do direito à informação, designadamente através do recurso a meios informáticos.
Artigo 6.º
Direito de participação
1 – Todos os cidadãos bem como as associações representativas dos interesses económicos, sociais, culturais e ambientais têm o direito de participar na elaboração, alteração, revisão, execução e avaliação dos instrumentos de gestão territorial.
2 – O direito de participação referido no número anterior compreende a possibilidade de formulação de sugestões e pedidos de esclarecimento ao longo dos procedimentos de elaboração, alteração, revisão, execução e avaliação, bem como a intervenção na fase de discussão pública que precede obrigatoriamente a aprovação.
(…)
4 – As entidades referidas no número anterior estão sujeitas ao dever de ponderação das propostas apresentadas, bem como de resposta fundamentada aos pedidos de esclarecimento formulados."
Tiago, sem querer dar-te mais trabalho mas no reconhecimento das tuas capacidades e contactos operacionalizados com a CML, se pudesses saber em que ponto é que esta revisão está, seria óptimo. Pela AVAAL vamos mandar também um mail para a UPAL sobre o assunto e com as sugestões dos posts anteriores.
Olá Jorge, vou ver como está isso da revisão do PUAL, sim. Vai-nos dando feedback dos teus contactos com a UPAL sobre este assunto também.
Abraço.
E se houvesse alguma alma importante (lá para os lados da CML) que pensasse numa ligação efectiva entre o Parque Oeste e a Ameixoeira (que tem metro)? Isto não ajudaria a melhorar a frequência deste parque? Derrubem-se as barreiras já!
No orçamento participativo da CML está votação uma proposta nesse sentido. Creio que é a 58 se a memória não me falha.
Parece que a proposta 58 não foi integrada nos "projectos a votação". Não está nem no mapa nem na lista de projectos.
É verdade,já verifiquei isso mesmo. Enviei um mail à CML perguntando a razão para a retirada da proposta. Aguardo uma resposta.
eu já tinha incluído essa proposta no OP de 2009, também não entrou para votação. O meu próximo post será precisamente sobre isso.
Bom Ano
Acho bem que se fale bem nesta ideia porque faz muito mais lógica ter uma estação de metro servir 2 freguesias do que apenas só uma, atendendo aos milhões de euros que custa um ramal de metro subterrâneo!