Jardins

March 17, 2006 by  

Um dia gostaria de saber para que foram feitos os jardins e parques de Lisboa. Não, a sério, não é para que servem, é óbvio que um jardim, enfim, tem árvores e relva e coiso, um jardim, as pessoas, o ar puro, a poluição, a comunicação com a Natureza… Não é? Pois, não sei, eu […]

O Muro

March 15, 2006 by  

Dentro em breve, Lisboa contará com dois novos aglomerados urbanos no seu interior. Com o início da construção do troço de auto-estrada que atravessará o Lumiar, começa a tornar-se visível a futura fronteira entre “Lumiar Norte” e “Lumiar Sul”. Consistindo num esbelto tabuleiro em betão à vista, engalanado por estéticas chapas “corta-ruído”, a fronteira constituirá […]

A CIDADE IMAGINADA (VI)

March 10, 2006 by  

Um dia, quando as cicatrizes não forem mais do que pequenas saudades na memória dos mais velhos, quando há muito se tiver extinguido o ruidoso soerguer das relíquias voadoras que costumavam ser usadas para transportar as gentes entre dois pontos do Globo, quando as oposições entre cidade e subúrbios, centro e arredores, rede ou radialidades […]

A Escola da Alta

February 18, 2006 by  

Afinal, o Rem Koolhaas também fez um projecto para Lisboa. E está na Alta!(Nota para os que me levarem a sério: este Koolhaas é o autor da Casa da Música do Porto)

Acessos

February 17, 2006 by  

E porque é que a SGAL em conjugação com a CML, o Metro e a Carris não constroi uma rede de teleféricos a ligar os condomínios maiores às estações de Metro do Lumiar e Ameixoeira? – Seria com toda a certeza uma solução mais barata que a nova linha de Metro que se prevê construir; […]

A Cidade Imaginada (IV)

February 16, 2006 by  

A propósito da anunciada vaga de fundo que se tenta erguer a favor da criação da casa-museu de Cesário Verde (poetas em museu… mensagens em garrafas?) relembro a leitaria que Pessoa habitou perto da Estefânia, há muito transformada em pensão Estrelinha, reminiscência do nome original – Estrela d’Alva. Muitos houve que desistiram de a encontrar, […]

Centro e polaridade

February 16, 2006 by  

Para acabar com as más-interpretações. A Alta pode e deve ser um pólo urbano. Mas, em relação à cidade, está na sua periferia. Cabe a quem a vive levar a cabo a transformação.

A Cidade Imaginada (I)

February 13, 2006 by  

Desafio radical para um blog colectivo que fala de coisas novas: que geografias afectivas gostariam de implantar na Lisboa idealizada? Eu começo: uma linha de eléctrico em funcionamento 24/24, percorrendo dolente as colinas da cidade histórica, com serviço de café (uma afectiva bica, um absorto pastel de nata) com auscultadores onde uma voz sussurrasse um […]

Arrumar a casa

February 13, 2006 by  

Quis, nos dois últimos posts, lançar duas questões que me parecem fundamentais para Lisboa, ainda que só paralelamente relevantes para um blog como é este Viver. Feliz ou infelizmente, temos sempre a tendência de traduzir o que lemos de acordo com as nossas preferências / preocupações e – mesmo sendo extremamente salutar a discussão que […]

Qualidade

February 10, 2006 by  

Dos muitos comentários que o último post suscitou, fiquei com a ideia de que uma das principais razões – se não a principal – que levaram as pessoas a querer vir habitar a Alta foi a da qualidade. Qualidade do espaço urbano (sim, aceito que, pelo menos no projectado, ela é inegável), qualidade do espaço […]

O futuro passado

February 8, 2006 by  

Valerá a pena discutir a viabilidade da Alta numa altura em que o bairro se constitui como o futuro dos milhares de habitantes que aí compraram casa? Isto é, valerá a pena discutir o futuro quando, para eles (a possibilidade de ele vir a acontecer) já é discussão passada (tendo-se baseado a decisão de compra […]

ESTAVAS TU Ó LINDA INÊS POSTA EM SOSSEGO

February 7, 2006 by  

Não que eu tenha nascido com uma luzinha na ponta do dedo (ainda que, com o advento dessas fantásticas superfícies comerciais que dão o nome da origem a tudo aquilo que nos outros é disfarçado com uma etiqueta ocidental, fosse fácil e barato desencantar uma que se adaptasse imperfeitamente à torta anatomia que me coube […]

« Previous Page