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9 Responses to “João Cordeiro, um nobre defensor da saúde dos portugueses*.”
  1. Lcrg says:

    Este senhor perdeu e como mau perdedor atira umas bocas para o ar… o que é certo é que isto irá sair-lhe muito caro. Aproveito a oportunidade para enviar um conselho a este senhor: Faça a barba e compre produtos nas farmácias; pelo que sei este "senhor" não paga medicamentos…

  2. JRUI says:

    Desagradam-me mais os assuntos internos aqui da Alta de Lisboa como por exemplo a ausência de finalização da ROTUNDA DAS 5 VIAS e da ausência de informação dos planos que para ela se propõem fazer, dasagrada-me o RUÍDO INFRACTOR de um ventilador na Rua Shegundo Galarza que continua a incomodar as pessoas que por ali moram, desagradam-me as VELOCIDADES EXCESSIVAS que se continuam a verificar nos principais eixos de circulação aqui da Alta de Lisboa. Desagradam-me ver ROUPAS PENDURADAS no exterior dos prédios sem que nada seja feito, quando me parece que não é permitido, etc, etc,etc, tudo coisas aqui bem perto

    • Tiago says:

      Concretize, Rui. Está a dizer que assuntos que não o toquem directamente lhe desagradam menos?

      A rotunda das 5 vias precisa de projecto da CML. O email que enviei para a CML e UPAL não teve ainda resposta. Tem novidades para nos contar a este respeito?

      Passei há uns dias pela R. Shegundo Galarza e pude constatar a situação abusiva desse ventilador. Eu não conseguiria viver numa rua assim, pelo menos sem protestar. Os moradores lesados já fizeram alguma diligência para resolver o problema? Se quiser que o Viver dê eco desses esforços, não hesite em enviar-nos um email.

      Que propostas tem para a redução das velocidades nas ruas da Alta de Lisboa? Passadeiras sobreelevadas, semaforização, outras?

      Quanto às roupas penduradas, não estou de acordo consigo. Nada mesmo. Desagrada-me sim que os arquitectos portugueses continuem a desenhar projectos sem pensar um segundo sequer em questões ambientais ou contexto climatérico do local de implantação do edifício. Faz algum sentido, num país cheio de sol, proibir estendais e obrigar as pessoas a secar a roupa dentro de casa? Secar como? Com máquina de secar? E os custos disso, económicos e ambientais? Pondo esses custos dum lado da balança e o desagrado visual que lhe causam os estendais continua a achar que alguém devia fazer alguma coisa quanto a isso? E o que propunha, já agora?

  3. Joana says:

    Eu tenho que falar dos estendais que isto é um problema com que vivo diariamente. Concordo em pleno contigo, Tiago. Felizmente tenho varanda onde posso colocar um estendal móvel, no seu interior, e que retiro quando não está a ser utilizado. Mas a verdade é que só não é utilizado nas férias, já que somos uma família de 4, quase 5 (se calhar terei que arranjar outro para o Inverno). Há sempre roupa para lavar. E se no Verão ela até seca rapidamente dentro de casa, no Inverno que está mais frio, sem a ajuda do vento, uma máquina de roupa poderia levar até 2 ou 3 dias para secar. Não há hipótese, o monte de roupa suja cresceria desmedidamente. Tive este problema qd estive numa casa menor (e nessa altura eramos só 3). Usei sempre a maquina de secar e pagava cerca de 500 euros/ano em acertos de electricidade.

    Se mudar novamente de casa será uma prioridade escolher uma que tenha sitio para secar roupa em condições onde a roupa apanhe calor e vento, dentro ou fora de casa, dependerá da solução arquitectónica. Mas onde esteja previsto isto. É que na minha casa actual (e na anterior) o sítio previsto para secar a roupa é na cozinha. E alem dela não secar, como já disse, acho que não agrada a ninguem ter a roupa finalmente seca ao fim de 2 dias mas já com cheiro a refogado. É um disparate.

    • JRUI says:

      Estou plenamente de acordo consigo. Esse é efectivamente um problema que quase todos sentimos. Tambem eu tenho uma pequena varanda interior onde utilizo um estendal extensível e a máquina de secar e é efectivamente uma pena que num país de sol como é o nosso os projectistas desta zona nova tenham descurado esse aspecto.
      Mas quando abordo o assunto refiro-me claramente a alguns locais onde a roupa é posta a secar fora das varandas e a pingar para a rua, como já me aconteceu a mim ser brindado com alguns pingos.
      E não devo ser apenas eu a ver.
      E se é proibido é proibido. Não há razões ecológicas a justificar o incumprimento.

      • Tiago says:

        Rui, usar a Lei como argumento de autoridade deixando de lado o bom senso é perigoso. E se alterarem a lei, os pingos que levar na cabeça ao andar na roupa deixarão de o incomodar?

        Parece-me que quando se refere aos estendais está a querer apontar o dedo ao bloco de realojamento do Condomínio da Torre, certo? Porque os outros, que foram pensado de raiz como edifícios de realojamento, incluem estendais. Curioso, não é?

        Sinceramente, acho que a lei está errada e acredito que um bom advogado conseguiria, se o caso fosse alguma vez levado a tribunal, dar razão ao cidadão que estende a roupa na varanda, mesmo que para isso tenha que alterar a fachada. A incompetência foi do arquitecto, do promotor, de quem não pensou e contextualizou o edifício até ao fim. Essa incompetência não pode ser paga no dia a dia pelos moradores do edifício nem pela saúde ambiental do planeta.

        • JRUI says:

          Tiago,
          Grave é usar um pretenso bom senso, duvidoso na apresentação que faz dele, implicando o desvalor da lei.
          Quanto aos pingos na cabeça não se incomode com eles, são resultantes do incumprimento da lei que pelos vistos o Tiago não desaprova. E se alterarem a lei propiciando que eu leve com os pingos na cabeça então o Tiago aprovará ainda o retrocesso e é pena.
          Altere a fachada e isso já não acontece. Arranje lá o tal bom Advogado e o problema deixa de existir.

          • Tiago says:

            Rui, o bom senso não era um exclusivo meu, o próprio Rui chegou a concordar a falta de sentido que faz num país de sol os prédios não estarem preparados para secar a roupa no exterior.

            Talvez me tenha explicado mal, mas a Lei é o resultado de decisões do Homem, de consensos, e deverá servir o Homem e não o contrário. Ora, infelizmente nem sempre a Lei é redigida desta forma. Esta questão dos estendais é flagrante: o arquitecto e o promotor quiseram fazer um prédio norueguês em Portugal e quem paga durante décadas esse erro de latitude são os moradores e (volto a insistir) o ambiente.

            E teremos então de voltar ao seu ponto inicial: a comparação de incómodos. A si incomoda mais a fachada alterada e as roupas estendidas ao Sol. A mim incomoda mais saber que as que não estão estendidas representam um gasto de energia e emissão de gases poluentes desnecessário.

            Como se resolve isto? Discutindo o assunto, sensibilizando a população para os gastos de energia, exigindo aos arquitectos e promotores imobiliários que incluam soluções sérias nos edifícios que constróem. Qual é a solução que advoga o Rui? Talvez a diferença entre nós é o entretanto. O Rui acha que a Lei deve ser cumprida, eu acho que a Lei está errada e é desumana e que quem estende a roupa ao Sol tem a razão do seu lado. Daí achar, porque acredito ainda que a Justiça existe, que a Lei possa ser derrotada em tribunal pelo bom senso.

            E quanto aos outros problemas que enunciou no primeiro comentário, tem informações para dar?

  4. hrelogio says:

    Para reflexão, não posso deixar de partilhar que fico incomodado com a facilidade com que se criam leis a metro para tudo e para nada de forma tão pouco coordenada.

    Que existam leis para o que seja realmente relevante para o colectivo e acima de tudo depois se fiscalize e julgue em tempo útil.

    A Lei é feita por pessoas e para pessoas sendo aplicada por pessoas devendo imperar o bom senso (ex. causa – efeito ou mal menor).

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